Gerenciamento
Vale a pena contratar empresa de gerenciamento de obras?
O que faz uma gerenciadora, como ela atua no planejamento, no prazo e no controle, e quando a contratação faz mais sentido.
Equipe BID Gerenciamento
Prazos que estouram, orçamentos que crescem e materiais desperdiçados costumam ter a mesma origem: o improviso. É nesse ponto que entra a empresa de gerenciamento de obras. Este artigo explica o que ela faz e em que situações a contratação faz mais sentido.
O que faz uma empresa de gerenciamento de obras
Mais do que fiscalizar o andamento, a gerenciadora planeja, orça, coordena e acompanha o empreendimento: da viabilidade e da documentação ao cronograma, à contratação de fornecedores, ao acompanhamento físico-financeiro e à entrega.
1. O planejamento começa antes da obra
- identificar erros de projeto antes da execução;
- evitar retrabalho e correções caras;
- contratar fornecedores com base em dados técnicos;
- planejar compras e logística para evitar atrasos e perdas.
2. Prazo e desembolso previsíveis
- antecipar gargalos de logística e etapas sobrepostas;
- planejar os desembolsos e o fluxo de caixa;
- alinhar fornecedores e mão de obra com datas reais.
3. Controle técnico e documental
- documentação técnica completa;
- contratos e medições com critérios claros;
- controle técnico da execução com engenheiros habilitados.
4. Um olhar técnico do lado de quem contrata
A gerenciadora acompanha a qualidade da execução e faz a ponte entre projetos, fornecedores e obra, para que o que foi projetado seja o que é construído.
Quando a contratação faz mais sentido
- obras residenciais e comerciais de médio e grande porte;
- empreendimentos com vários fornecedores e prazos definidos;
- obras financiadas ou com metas de retorno;
- obras em locais com logística complexa.
Como a BID atua
- estudo de viabilidade econômico-financeira;
- orçamento por etapas, com composições compatíveis com SINAPI e TCPO;
- cronograma físico-financeiro com curva de desembolso;
- medição em campo, relatórios e reunião semanal;
- comunicação direta entre cliente, fornecedores e obra.
Conclusão
Para quem incorpora, investe ou constrói, a gerenciadora troca o improviso por planejamento e controle. O resultado depende de cada obra, mas as decisões passam a ser tomadas com informação.